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terça-feira, fevereiro 21, 2012

Neurônio com Parkinson criado para estudo


Células foram criadas a partir de pele de pacientes. (Imagem: University at Buffalo)
(Imagem: University at Buffalo)







Trabalho pode ajudar a compreender como funciona a mutação do gene parkina.

Uma equipa de investigadores norte-americanos, da Universidade de Nova York, em Buffalo, conseguiu desenvolver pela primeira vez em laboratório um neurónio vivo com a doença de Parkinson ainda jovem, semelhante ao estado em que aparece antes dos 40 anos, produzido a partir de células da pele de quatro pacientes, dois deles saudáveis e os outros com a doença.
O estudo financiado pela Fundação Michael J. Fox, criada pelo actor com o mesmo nome que recebeu o diagnóstico da doença aos 30 anos, foi agora publicado na «Nature Communications». Segundo o artigo, as células estaminais desenvolvidas, as iPS, podem ser transformadas em qualquer tipo de célula, tal como neurónios e vêm provar que o mal de Parkinson é causado por uma mutação genética, até dez por cento dos casos.Os neurónios vivos com Parkinson diferem dos saudáveis, apresentam uma mutação no gene parkina que provoca a sua degeneração. Essa alteração impede o controlo de uma enzima que regula a oxidação do neurotransmissor dopamina. Assim, o neurónio acaba por oxidar, consequentemente, originando a degeneração das células.

Os autores referem que “esta é a primeira vez que neurónios humanos ligados à dopamina foram gerados a partir de pacientes com Parkinson com mutações na parkina". Os trabalhos com células iPS começaram em 2007 e, a partir daí, cientistas de todo o mundo têm trabalhado para transformá-las em células ligadas a doenças neurológicas.

Um dos grandes problemas com o qual se têm deparado os investigadores é o facto de ser impossível estudar neurónios vivos humanos, que não podem ser retirados do cérebro. No caso da doença de Parkinson, havia um problema adicional: os modelos animais não podem ser utilizados porque a doença manifesta-se de forma diferente. O trabalho pode ajudar a compreender como funciona a mutação do gene parkina.
 
CiênciaHoje 21.02.12

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

SOBRE O EXAME NEUROPSICOLÓGICO

A avaliação neuropsicológica completa envolve as seguintes áreas.

· inteligência global; memória verbal e visual (aquisição, retenção e recuperação); memória implícita (casos especiais); capacidade de aprendizado novo; atenção (amplitude, rastreamento, seletividade, alternância e sustentação); linguagem expressiva e receptiva; vocabulário; fluência verbal fonética e semântica; cálculo; abstração; planejamento; habilidades visuo-perceptivas e visuo-construtivas; praxia; gnosía; destreza visuo-motora; tato; força muscular; nível de conhecimentos gerais; capacidade de formular hipóteses e de modificá-las (flexibilidade cognitiva).

Um exame neuropsicológico pode durar de 1 até 8 horas, neste último caso são realizadas sessões em diferentes dias. O número de testes empregados pode chegar até 30, dependendo daquilo que se quer investigar. Ele pode ser solicitado pelo médico, psicólogo ou fonoaudiólogo que acompanha o caso, devendo ser realizado em centros especializados.

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